
Talvez o vento
Talvez as marés
Talvez o jeito
De seres como és
Fossem as ondas
A bater baixinho
Lá onde o mar faz o ninho
Estavas na praia
Os gestos discretos
Eram mistérios
De outros alfabetos
Puseste a mesa
Deste-me um lugar
E eu acabei por ficar
Não sei que nome te dar
O teu nome verdadeiro
Menina de olhar o mar
Saudades do mundo inteiro
Tu sorrias
E eu fui ficando
Por mais uns dias
(nem me lembro quando)
Contei-te historias
De tudo o que passei
E outras que eu inventei
Juntaste as mãos
Á frente do peito
Disseste adeus
Não perdeste o jeito
De me dizer
Que a eternidade
É o lado bom da saudade
Talvez o vento
Talvez as marés
Talvez o jeito
De seres como és
Fossem as ondas
A bater baixinho
Lá onde o mar faz o ninho
Estavas na praia
Os gestos discretos
Eram mistérios
De outros alfabetos
Puseste a mesa
Deste-me um lugar
E eu acabei por ficar
Não sei que nome te dar
O teu nome verdadeiro
Menina de olhar o mar
Saudades do mundo inteiro
Tu sorrias
E eu fui ficando
Por mais uns dias
(nem me lembro quando)
Contei-te historias
De tudo o que passei
E outras que eu inventei
Juntaste as mãos
Á frente do peito
Disseste adeus
Não perdeste o jeito
De me dizer
Que a eternidade
É o lado bom da saudade
luis represas
2 comentários:
OLá Luciana,é linda esta letra ou não fosse escrita pelo Grande Luís Represas.Já vi que tem bom gosto Parabéns amiga, permita que a trate assim.Parabéns atrasados visto que só agora a visito,á sua encantadora filha por mais um aniversário,que o repita por bons anos e claro também pelo bolo está lindo e deve ter ficado muito gostoso também,a filha que está a tirar um lindo curso parabéns.E boa continuação.Felicidades.Beijito.
muito obrigado pelo comentario e pela amizade.....
beijo
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